Irmão de Robert Scheidt vê evolução do caçula em nova classe
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da imperador bet: Enquanto Robert, dono de cinco medalhas olímpicas, se aventura em uma nova classe de vela pensando em Tóquio-2020, seu irmão mais velho, Thomas Scheidt tem uma vida mais tranquila. Com a vela correndo em suas veias, o Macarrão se aposentou das competições no ano passado e, após vinte e poucas aparições na Semana de Vela de Ilhabela como velejador, ele é um membro dacomissão de regata da classe HPE.
Com o mesmo estilo do irmão, com cabelos loiros e olhos azuis, Thomas explica que a vela é uma herança da família Scheidt.
-É uma coisa que meu avô já velejava, meu pai já velejava. Em casa todo mundo velejou – conta.
Entre os três filhos de Carin eFritz, Robert foi o que conquistou mais prestígio no mundo da vela. Thomas, contudo já campeão mundial de vela na Classe Pinguim e também esteve ao lado do irmão durante sua trajetória.
-Eu trabalhei junto com ele durante bastante tempo, ajudei ele a ir para a China e no Pan do Rio-2007 – relata.
Sobre a nova aventura de Robert, aos 43 anos, na classe 49er – ao lado do proeiro Gabriel Borges – Thomas vê evolução no desempenho do caçula.
-Ele já está indo muito bem. A princípio ele teve um pouquinho de dificuldade, o barco é muito diferente do que ele está acostumado, mas ele se adaptou muito rápido. O Robert é incrível, em qualquer barco que ele sobe em questão de tempo ele já está super adaptado e já está ganhando as regatas.
Afastado das competições desde o ano passado, Macarrão afirma que as vezes a saudade das competições bate, mas que sua decisão, pelo menos nos próximos anos, é definitiva.
– Acho que todo mundo tem o seu tempo. O meu como competidor de iatismo já acabou.Eu estou com um problema crônico nas costas, é uma coisa que dificulta muito para velejar de HPE. Ultimamente eu tenho só velejado de windsurfe, mais por curtição e nada de competição – explica.
Desde então, a relação entre Thomas e os campeonatos é como parte das comissões. Pela primeira vez fora das águas de Ilhabela, ele afirma que as condições da ‘festa da vela brasileira’ estão boas.
-A gente pegou uma semana muito boa. As condições estão perfeitas, o que está facilitando o nosso trabalho como comissão de regata.
Além das boas condições, a competição que se encerra neste sábado, também é uma grande oportunidade para rever amigos e trocar experiências, já que o evento comporta diversas gerações.
-O legal da Semana de Vela é que ele é o maior evento da modalidade na América Latina. Uma vez por ano a gente acaba se cruzando com todos os nossos amigos de diferentes estados, além da mescla entre velejadores amadores e profissionais.
continua após a publicidadeRelacionadasAFPVolta da França: veja as melhores imagens da 13ª etapaAFP14/07/2017Fora de CampoCasal da Rio 2016 oficializa união: ‘Juntamos nossa coleção de livros’Fora de Campo14/07/2017TênisFederer vai à final em Wimbledon e tenta recorde no torneioTênis14/07/2017